Ao contrário de outros nesta rubrica "Os Melhores Álbuns de Sempre", este cd não é oficial, ou seja, é pirata. Este registo audio tem sido editado com vários nomes mas a gravação é a obtida no concerto que a banda efectuou em Milão em Novembro de 1993, numa tourneé que também passou por Portugal (Dramático de Cascais) com um alinhamentro igual ou semelhante.
Um dos motivos desta escolha prende-se com o fato desta gravação ter sido efectuada no auge criativo do grupo (e início da fase de sucesso mais massivo). Os Sepultura tinham espremido a sua veia thrash com o mítico "Arise", povoado de inúmeras composições épicas, mudanças de ritmo, e um ambiente denso que dava profundidade e "arte" a um género usualmente caracterizado unicamente pela rapidez e energia. Na altura deste concerto, a banda tinha acabado de editar aquele álbum que representaria a sua maior mudança sonora, e mesmo estilística, e que é considerado por muitos como o melhor álbum dos Sepultura: "Chaos A.D.". Este facto faz com que o alinhamentos do concerto esteja repleto de temas daqueles dois álbuns, para além de outros clássicos anteriores.
Em segundo lugar, esta gravação caracteriza-se por uma produção longe das normas técnicas e da sofisticação que um disco oficial exigiria. No entanto, um pouco incrivelmente, o som dos Sepultura acaba por ganhar neste álbum novos contornos até aqui insuspeitos, com um equilíbrio de volumes diferente dos discos de estúdio, as guitarras a rugirem, a bateria com a tarola a soar mais integrada com o resto dos seus instrumentos e o vocalista Max Cavalera com um registo e uma colocação de voz como nunca o ouvimos desde então para cá, algures entre o agressivo e o gutural, dando um clima grandioso a todas as canções. E assim, este disco acaba por soar poderosíssimo, a um nível inigualável na discografia da banda.
Aqui podemos encontrar aquelas que poderão ser consideradas as melhores versões dos hinos de Sepultura - "Refuse/Resist", "Territory", "Inner Self", "Troops Of Doom"... -, magníficas composições que ganham uma nova cara para melhor - "Clenched Fist", "Alterded State", "Dead Embryonic Cells", "Murder",... e outras curiosidades como a versão de Ratos de Porão (Crucificados pelo Sistema), a nova versão de "Anti Christ" (rebaptizada de "Anti-Cop") ou a velocidade inacreditável do baterista Igor em canções como "Beneth The Remains" ou "Escape To The Void".
Um álbum essencial para convertidos ou iniciados, onde o som do metal e do power chord surge no seu melhor: a cru.
Um dos motivos desta escolha prende-se com o fato desta gravação ter sido efectuada no auge criativo do grupo (e início da fase de sucesso mais massivo). Os Sepultura tinham espremido a sua veia thrash com o mítico "Arise", povoado de inúmeras composições épicas, mudanças de ritmo, e um ambiente denso que dava profundidade e "arte" a um género usualmente caracterizado unicamente pela rapidez e energia. Na altura deste concerto, a banda tinha acabado de editar aquele álbum que representaria a sua maior mudança sonora, e mesmo estilística, e que é considerado por muitos como o melhor álbum dos Sepultura: "Chaos A.D.". Este facto faz com que o alinhamentos do concerto esteja repleto de temas daqueles dois álbuns, para além de outros clássicos anteriores.
Em segundo lugar, esta gravação caracteriza-se por uma produção longe das normas técnicas e da sofisticação que um disco oficial exigiria. No entanto, um pouco incrivelmente, o som dos Sepultura acaba por ganhar neste álbum novos contornos até aqui insuspeitos, com um equilíbrio de volumes diferente dos discos de estúdio, as guitarras a rugirem, a bateria com a tarola a soar mais integrada com o resto dos seus instrumentos e o vocalista Max Cavalera com um registo e uma colocação de voz como nunca o ouvimos desde então para cá, algures entre o agressivo e o gutural, dando um clima grandioso a todas as canções. E assim, este disco acaba por soar poderosíssimo, a um nível inigualável na discografia da banda.
Aqui podemos encontrar aquelas que poderão ser consideradas as melhores versões dos hinos de Sepultura - "Refuse/Resist", "Territory", "Inner Self", "Troops Of Doom"... -, magníficas composições que ganham uma nova cara para melhor - "Clenched Fist", "Alterded State", "Dead Embryonic Cells", "Murder",... e outras curiosidades como a versão de Ratos de Porão (Crucificados pelo Sistema), a nova versão de "Anti Christ" (rebaptizada de "Anti-Cop") ou a velocidade inacreditável do baterista Igor em canções como "Beneth The Remains" ou "Escape To The Void".
Um álbum essencial para convertidos ou iniciados, onde o som do metal e do power chord surge no seu melhor: a cru.


Estávamos em 1985 e, depois de vários trabalhos, em nome próprio ou com outros, em que se destacaram como pontas de lança do movimento gótico, os The Cult arriscam em lançar 
dos The Cult. 



















No entanto, o álbum original mais cuidado, mais diversificado, mais audível por qualquer ouvinte e, conforme se pode verificar passdo este tempo, com um grau de inovação apreciável, é "Low". Nesta altura, os Testament tinham sofrido várias alterações na sua formação e desta apenas resistiam o vocalista Chuck Billy e o guitarrista Eric Peterson. Assim, numa altura que o metal tinha ganho um novo balanço a nível de popularidade (1994) , bebendo em bandas que revolucionavam este estilo musical e dominavam os tops (Pantera, Sepultura) ou que começavam a despontar (Machine Head), os Testament resolveram apontar baterias noutra direcção diferente da que os tinha conduzido à situação de estagnação em que se esncontravam no início da década de 90. Neste sentido, foram buscar músicos de excepção nestas lides: James Murphy, conceituado guitarrista dos Death que se caracteriza pela sonoricdade peculiar dos seus solos, Joey Tempesta, que também tocava nos White Zombie e que actualmente faz parte dos The Cult (!!!), e Steve Di Giorgio, dos Sadus.